Terça-feira, 14 de Abril de 2009
Os dias que passam
Escrever só por escrever.... É o que me apetece fazer. Não sei o que dizer, que pensar, em que teclas carregar, que ideias para aqui verter. Não sei para onde me virar nem para quem sorrir, sei que não devo chorar nem muito menos desistir. Continuarei a sorrir, a brincar, a surpreender, a desiludir, a viver, enfim... a acreditar!
Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
Mudar
Tenho tentado ler o que no passado escrevi. Sou agora um completo estranho para mim proprio, agora coberto pelo veu da auto-critica. No entanto e sempre bom ler-me, procurando entender-me hoje a luz desta caixinha do tempo em que este blogue se tornou...
Mas tudo mudou, inclusive a palavra blog, agora e blogue... E eu tambem mudei. Mudei para pior, mas estranhamente a vida tornou-se bem melhor. Curioso esta funçao inversamente proporcional que encontrei...
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
Pontuação...
Muito tempo passou desde então
Hum, as reticências do tempo
As coisas mudaram, as coisas, a vida mudou. Inebriado pela paixão incompreendida vagueei por palavras proibidas que me levaram ao engano durante muito tempo... demasiado tempo
. Novamente as reticências, novamente estas, que me desafiam a terminar estes pensamentos com um simples ponto
Mas não consigo, quero mas não consigo, elas não são apenas o tempo, são sonhos também
São sonhos de menino que persistem numa vida limitada pela sua própria finitude. São sonhos que se degladiam com tempo que teima em adia-los indefinidamente, talvez mesmo para sempre. Sonhos quase esquecidos, simplesmente sacrificados aos sonhos alguém sonhou para nós. Mas
são apenas reticências
Domingo, 30 de Novembro de 2008
Passado tanto tempo.
Passou algum tempo desde que nao vinha aqui. Nem sabia que isto continuava on line. Mas encontrei. Encontrei me com sentimentos antigos que já passaram há muito. Resolvi voltar a escrever, voltar a tocar no romance em que a minha vida se tornou... e ela mudou tanto. Voltarei, ainda hoje talvez. Este Blogue é meu ainda!
Terça-feira, 4 de Julho de 2006
Ainda por cá!
Sim, ainda estou por cá... não morri nem sequer desisti, apenas esperei. Esperei novas emoções que não chegaram a tempo para apaziguar os meus sonhos que ainda teimam em querer tornar-se realidade. É uma espera que alguns poderão dizer infrutifera mas sei que pelo menos ainda não deixei de sonhar...
Sábado, 11 de Fevereiro de 2006
(nada)
Voltei a escrever porque hoje voltei a sentir o nada, a sensação de quem está acompanhado pela solidão de uma multidão
Hoje olhei à minha volta com indiferença, perguntando o que havia mais que descobrir neste mundo para além da alegria tristeza, frio e calor, prazer e dor! Por vezes é perigoso fazer perguntas assim, especialmente em dias tão vazios como o de hoje.
Fui obrigado a sair, e procurar novamente o prazer de respirar o ar de um pôr do sol envolto no mistério das ondas. Corri, cansei me o suficiente para me concentrar apenas na respiração deste ar que me faz viver. Corri para deixar de pensar que nada tinha para fazer senão sobreviver à epopeia a que me tinha proposto, corri até ao pôr do sol e
descobri novamente que aqui estou apenas para
Viver!
Segunda-feira, 28 de Novembro de 2005
Olá Chuva!
Olá Chuva
Já não te via há algum tempo. Desde há cerca de um ano que foste substituída pela neve e gelo e, apesar do desconforto com que me molhas, confesso-te Chuva, tive saudades tuas!
Afinal, tive saudades tuas, e hoje, quando todos se dizem fartos da chuva, cá me encontro eu a deleitar-me com o teu movimento, a sorrir com a tua implacável capacidade de desconfortar alguém
Chuva, foi preciso ficar em ti para me aperceber o quanto me fazes falta. Há um ano não te tinha, hoje és minha
Chuva? Chuva, amo-te!
Sábado, 26 de Novembro de 2005
Noites frias de coração quente!
Hoje escrevo! Sim, hoje, um Sábado frio, uma madrugada gelada e escura, que apesar da austeridade, me acolheu de braços abertos quando saí com a moto procurando um caminho sem destino
Acabei sentado num bar da ribeira a beber uma cerveja de temperatura madrugadora. Sou conhecido pelos donos e empregados que estranham a minha aparição solitária, ausente e pensativa. Afinal só queria um porto seguro para parar e respirar o barulho da alegria que sempre contagia aquele local.
Não estava triste, não estava carente, estava apenas ausente do mundo e da vida boa! O telemóvel toca
- Estou, engenheiro? então pá?... estou na Ribeira
sim, no sitio do costume! Ok! Ate já!
Desliguei e aguardei, já não estava só, e agora acompanhado deixei de estar ausente, saí da apatia continuei a sorrir e voltei a viver! É bom ser feliz!
Sexta-feira, 12 de Agosto de 2005
Doença de amar...
Que doença será esta que me faz amar tantas sem amar nenhuma? Amo-te
Terça-feira, 12 de Julho de 2005
Paz!?
De novo no kosovo volto a ser atacado pela preguiça da inspiração! Aqui ficamos frios de sentimentos talvez devido ao instinto da auto preservação! Ou talvez não
sinceramente nem sequer me apetece pensar nisso! O que realmente importa é a calmaria em que me vejo inundado e que, não sendo um motivo de felicidade apaixonada, me transmite uma paz de espírito como ainda n tinha anteriormente vivido!
Incrivelmente a vida parece me mais clara e simples agora. Sem as complicações de amores atribulados e mesquinhos consegui virar as energias para o que realmente é importante. Ser feliz!
Terá sido amor? Hoje fico a pensar nisso, hoje fico a pensar na facilidade e rapidez com que tudo passou
Talvez um engano